O fim está próximo

O fim está próximo

Finalmente a palavra crise não está mais na moda. Ninguém mais foge dos negócios ou inicia uma teoria sobre o cenário atual usando a crise como referência. Passou. Pelo menos como novidade, passou sim. Apesar de estarmos ainda com dores no pescoço por olhar para trás por muito tempo, agora estamos conseguindo ver um horizonte mais interessante. Obviamente este período de recessão terá custos a longo prazo, mas serão minimizados com todas as oportunidades que estão por vir.

Obviamente este período de recessão terá custos a longo prazo, mas serão minimizados com todas as oportunidades que estão por vir.

A obrigação é ir adiante e romper esse final de 2016 como aquele nossa corrida desesperada ao banheiro, quando mais próximo fica, mas angustiante é. A convicção de muitos economistas, analistas de mercado e até pensadores, é que o ano que está por vir findará a grande transição de mercado. O Brasil estará mais maduro e muito menos deslumbrado, o que impulsiona movimentos econômicos mais assertivos e menos aventureiros, o que nos tira daquele looping maluco por fazer mil coisas, novidades e ações nem sempre efetivas, para nos colocar aptos a fazer bem feito o que realmente deve ser feito. Será o famoso “menos é mais”, porém com um menos repleto de dedicação, envolvimento e estratégia.

…o que nos tira daquele looping maluco por fazer mil coisas, novidades e ações nem sempre efetivas, para nos colocar aptos a fazer bem feito o que realmente deve ser feito.

Se 2016 define o fim da queda e 2017 tende a ser o da estabilização, vamos equacionar nossos negócios pensando menos nos governos e muito mais no potencial da iniciativa privada. Devemos aprender a fazer o dinheiro girar, evitando a especulação e ativando mais as fontes produtivas. Se praticarmos a economia capitalista em sua melhor essência, certamente vamos rever esta crise geral dos últimos dois ou três anos como o verdadeiro começo do país que jamais começou.

Devemos aprender a fazer o dinheiro girar, evitando a especulação e ativando mais as fontes produtivas.

Em resumo, falta pouco para que possamos retomar nossa força empresarial. O começo da melhor fase deste país está muito próximo e depende de cada um de nós, empreendedores e trabalhadores. Só de nós.

ALGUNS (DOS MEUS) PENSAMENTOS EM FRAGMENTOS

“As teorias andam tão preguiçosas que perderam de vista as práticas.”

“Quando uma nação depende de um estado paternalista, suas atitudes são de uma criança mimada que se transforma num adulto imaturo.”

“As diferenças entre ideia e tecnologia começam quando são impactantes: enquanto uma eterniza, a outra só existe até ser superada.”

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Por: Fernando Silveira